Pálpebras caídas tem tratamento!

Conheça o procedimento, suas indicações e orientações

Pode ser quando criança, jovem ou adulto; as pálpebras estão sempre em funcionamento e, também, como qualquer outra região do corpo, são passíveis de sofrer com o tempo ou com problemas funcionais. Estes podem ser classificados como congênitos ou adquiridos, ou seja, que já vêm desde o nascimento ou são desenvolvidos depois.

A ptose palpebral é uma doença comumente conhecida, mas poucos sabem das dificuldades que ela pode nos trazer caso não seja devidamente tratada. Naturalmente, nossas pálpebras cobrem apenas de 1 a 2 mm da porção superior da córnea, no entanto, a pálpebra caída, além do comprometimento estético, pode diminuir o campo de visão.

Muitas vezes, a fim de melhorar ou corrigir esse problema, o paciente tende a erguer o supercílio, para que a pálpebra suba e a visão seja melhorada. Desta maneira, naturalmente formam-se as rugas da testa ou, sulcos horizontais na região da fronte. Esta tentativa de elevação das pálpebras não auxilia a situação. Isso porque tal movimento e a força constante sobre os músculos do supercílio deixam a musculatura local mais elástica e, consequentemente, mais flácida. Assim, complica-se ainda mais o quadro, causando-se outro problema, que é a elevação do queixo para facilitar a visão. Esta posição acaba por forçar os músculos do pescoço e da cabeça para conseguir enxergar melhor.

ptose palpebral cirurgia

Tipos de ptose palpebral

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Ptose congênita

A ptose palpebral congênita é aquela que já se manifesta desde o nascimento. Em geral, é causada por uma distrofia do músculo elevador da pálpebra ou por uma paralisia do nervo. A ptose palpebral congênita pode impedir a função visual quando a pálpebra fica abaixo da pupila. Para solucioná-la, é necessária a cirurgia de correção da pálpebra.

O procedimento cirúrgico é simples, e a recuperação não demanda muito tempo. A intervenção pode ser realizada ainda no bebê, caso fique comprovado o comprometimento visual ou quando os pais percebem que a criança tem limitações no seu campo de visão.

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Ptose adquirida

A ptose palpebral adquirida é aquela que, como o próprio nome indica, é adquirida com a idade podendo ser desencadeada por vários fatores, mas onde o processo de envelhecimento é o mais predominante. Este tipo de ptose palpebral ocorre, habitualmente, no idoso, podendo contudo ocorrer em idades mais precoces (adultos e jovens adultos).

Nos adultos, entre a causa mais frequente de ptose encontra-se a separação ou o alongamento do tendão do músculo que tem como função elevar a pálpebra (levantador da pálpebra). Este processo pode ocorrer em resultado do envelhecimento, como complicação pós operatória da catarata ou outra intervenção cirúrgica ocular ou, então, em consequência de uma lesão ou trauma ocular.

Sinais e sintomas de ptose

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Pálpebras caídas;

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Sensação de peso sobre os olhos;

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Cansaço visual;

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Sombra no campo visual superior;

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Baixa de visão.

Além disso, o paciente tenta compensar a ptose elevando os supercílios.

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Como é realizada a Cirurgia de correção da Ptose?

A cirurgia de ptose palpebral visa a correção cirúrgica da “pálpebra caída”, ou seja, é uma operação que permite levantar a pálpebra ou recoloca-la na sua posição normal, permitindo que o posicionamento da pálpebra não interfira com a capacidade de visão e simultaneamente melhore a aparência estética.

Na operação, o cirurgião “encurta” os músculos que elevam a pálpebra, dando ao paciente uma melhor visão e aparência. Na ptose grave, quando o músculo levantador é extremamente fraco, a pálpebra pode ser suspensa à sobrancelha de modo a que os músculos da testa possam efetuar o levantamento da pálpebra. Em outros casos, uma pequena dobra no músculo levantador e a remoção do excesso de pele da pálpebra (blefaroplastia) é suficiente para resolver o problema.

Dermatologia Clínica

A ANESTESIA

Realizada sob Anestesia Local e Sedação ou Geral.

DURAÇÃO DA CIRURGIA

Aproximadamente de 60 a 120 minutos.

TEMPO DE RECUPERAÇÃO

Cerca de 2
a 3 semanas

Tratamento da pálpebra caída

Os tratamentos para a ptose são cirúrgicos. Em ambos os casos – ptose congênita ou adquirida –, as necessidades de cada paciente serão avaliadas pelo especialista, pois existem várias técnicas para a correção da pálpebra caída.

Deve-se também avaliar a função do músculo elevador da pálpebra e do músculo frontal, assim como a posição da pálpebra ao se olhar para baixo, a posição da prega palpebral e outros sinais associados.

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Autoavaliação nos casos de Ptose

Muitos de nós nem sequer percebemos mudanças no nosso corpo no decorrer do tempo. Isso só é possível quando fazemos pequenos testes e comparações para saber as alterações pelas quais passamos. Atualmente, é muito comum o autoexame com uma simples fotografia com o próprio celular. É possível notar se uma pálpebra é mais caída que a outra (ptose palpebral), por exemplo.

Para saber se você possui ptose, mesmo que não tenha percebido, faça este rápido teste. Além disso, compare com uma foto de alguns anos atrás, observando a sua aparência. Esse teste é rápido e irá lhe sugerir a necessidade do tratamento ou não.

Caso a resposta para o teste acima seja positiva, não deixe de visitar um especialista em cirurgia plástica das pálpebras de sua confiança. Os efeitos da passagem do tempo continuarão acontecendo ao longo dos anos. Portanto, a correção da pálpebra é algo que devemos colocar como necessidade em algum momento, para que tenhamos um olhar saudável e melhora da qualidade visual.

oftalmologista especialista em blefaroplastia

SOBRE O ESPECIALISTA

Dr. André Borba

Depoimentos

Conheça os pacientes do Dr. André e como suas vidas foram transformadas

Correção de Ptose Palpebral Congênita

Correção Cirúrgica de Ptose Palpebral Bilateral

Perguntas Frequentes

A ptose palpebral é causada pelo mau funcionamento do músculo levantador. Esse músculo é responsável pelos movimentos de abrir e fechar os olhos.

A ptose costuma atingir apenas uma das pálpebras. Em outros casos, pode ocorrer nas duas.

Seja como for, há quedas discretas até casos em que há oclusão total da fenda palpebral.

A ptose palpebral pode causar ardência, coceira e irritação. A queda da pálpebra pode levar a dificuldades para enxergar, bem como para fechar os olhos.

Outra consequência é o olho seco. Isso porque o ato de piscar é fundamental para a saúde do filme lacrimal (lágrimas).

A ptose congênita é aquela que está presente desde o nascimento. Já a ptose adquirida se desenvolve ao longo da vida, sendo mais prevalente em pessoas com mais de 60 anos.

A forma congênita é a mais comum. Atinge mais meninos que meninas.

Já a ptose aponeurótica é a forma adquirida mais prevalente, sendo mais comum em pessoas com mais de 60 anos.

A ptose palpebral pode afetar a visão nos casos em que a queda da pálpebra é maior, ou seja, quando cobre uma parte mais extensa do olho.

O esforço para enxergar leva ainda a outros sintomas, como dores de cabeça e cansaço visual.

A pálpebra pode cair quando há excesso de pele. Nesses casos, o nome que se dá é dermatocaláze.

Todavia, apenas o especialista em pálpebras pode dar o diagnóstico correto.

Ou seja, é o médico que vai diferenciar se é ptose palpebral ou apenas o excesso de pele que leva a pálpebra a ficar mais caída do que o normal.

A ptose palpebral é tratada por meio de uma cirurgia plástica.

Entretanto, o tratamento é planejado de acordo com a origem da ptose, bem como da função do músculo levantador afetada.

A cirurgia que corrige a ptose palpebral se chama blefaroplastia. Nesses casos, é uma cirurgia plástica reparadora/corretiva e não estética.

Para mais informações sobre a Correção de Ptose Palpebral fale com o especialista!

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